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terça-feira, 29 de setembro de 2015

Induçao, parto normal e cesarea - parte 1

Como começar a descrever essas histórias, essas imagens e vivências? Enjoos, tonturas e cheiros fortes. Mudanças profundas e emoções a flor da pele.
Prefiro começar pelo fim, pela emoção do agora.
O sonho era o parto normal, o evitar de alergias e o agir da natureza. O aparecer de sintomas que diziam que ela estava chegando. O amor multiplicando e a ocitocina e trazendo a vida à luz.
Sem poetizar eu tentei dar a minha filha um nascimento o mais natural possível. Chegando no momento exato dela sair pra vida, o médico viu que ela estava numa posição não favorável pra escorregar e nascer. Sim, foi isso que aconteceu! Tive contrações até 8 de dilação, o que era muito dolorido e eu já não aguentava mais e pedia a anestesia.
Tive experiências de indução, parto normal e cesárea. Eu queria somente o natural sabe... Tive muitos medos, mas confiei em Deus! Tive muitas dúvidas mas pesquisei bastante e tirei dúvidas com as pessoas certas. Até agora não sei ao certo as semanas de vida que minha bebê tinha ao nascer, mas o que vi foram médicos de estapeando para me operarem só pelo motivo de ser o melhor para si.
 
 
Imagens que ficaram na minha mente e hoje, dois dias depois do nascimento dela eu passei pelos mesmos locais do hospital onde vivi emoções marcantes. A amendoeira que olhei e lembrei da infância no momento da entrada, estava tendo contrações de cinco em cinco minutos e eu fiquei parada na rampa de entrada olhando para ela e esperando a dor passar para entrar no hospital. Aquelas luzes no teto onde eu vi correrem por estar deitada na maca e indo de uma sala para outra. O rosto da minha amiga que foi tão reconfortante num momento de frustração e impotência, que foi o momento da cesárea de emergência
Sons como as enfermeiras que diziam para eu ter calma nas dores, o doutor que segurava a minha mão e dizia para eu respirar fundo para levar oxigênio pro bebê.
Surpresas como uma amiga inesperada para fazer companhia. A ultrasson que revelou que na verdade minha filha tinha 300 gramas a menos do que a última que tinha feito a quase um mês. A minha doutora que marcaria cesária pra minha bebê nascer duas semanas antes de estar pronta e também por ela ter “errado” as semanas de gestação para mais.


Tudo isso escrevi quando voltei do hospital pra me ajudar a digerir tantas coisas que aconteceram em tão pouco tempo, depois de quase dez meses de gestação!
Na próxima postagem irei contar como tudo aconteceu, não perca! Bjs.



Mamãe, aprendendo a andar!

   Olá querida leitora!
   Você agora é minha mais nova amiga e irá acompanhar minha trajetória como mãe. Fico feliz em compartilhar com você minhas histórias, desafios e chateações da vida materna. Sim, chateações, pois nos chateamos e caímos várias vezes, no caminho da vida materna onde aprendemos a andar. 
   Na vida temos que nos superar sempre que surge um desafio, e o nosso desafio agora é desempenhar esse papel mais que desafiador, o de mãe.
   Uma imagem bem comum agora na madrugada é aquela da Duda e o Maicon dormindo e só eu acordada. É, tem coisas, ou quase todas que só a Mãe pode resolver e cuidar como ninguém. É um presente de Deus, um dever, um dom e um prazer, mas tem hora que estamos exaustas, em dúvida, inseguras e cheias de hormônios não é verdade?
  Quero uma amiga pra conversar aqui sobre tudo o que acontece na minha vida materna. Papo de mãe, papo de amiga.



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