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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Não basta ser mãe, tem que sentir!



Opa, quanto tempo hein!
Uma vez me perguntaram se a Duda dá trabalho, eu respirei fundo e respondi que sim. Ser humano dá trabalho. E a maternidade é um trabalho que não tem férias, não tem dia e noite, não acaba nunca. Me disseram que depois que cresce ainda não vou dormir a noite toda por causa da preocupação, vish! Mas agora arrumei um tempo e um pouco de inspiração pra hoje.

O ser mãe é um processo infinito de aprendizado, agente vai vivendo e aprendendo, simples assim! Sim é simples, nós que sismamos em complicar as coisas mesmo. O medo bate mesmo e não sabemos nada do que vai acontecer, só existe uma certeza: vou trocar fraldas, o bebê vai chorar, vai mamar e dormir. E o pior é que ninguém para pra contar os detalhes sórdidos e dar o pulo do gato.

Bem, essa é a sensação que eu tinha antes de ser mãe. Ninguém vai me contar nada mais que: "aproveita agora pra dormir" ou "seu corpo nunca mais será o mesmo"? Pois bem, a maioria não. Por isso e por todo o senso comum que anda pelas famílias, resolvi ler livros e me informar o máximo que pude a respeito de sono, amamentação, cada mês da vida do bebê, da gestação, etc. E valeu a pena, pelo motivo de me tranquilizar e me dar alguma segurança de saber que não estava totalmente a mercê de algumas poucas informações das pessoas da família apenas. Na gravidez e nos primeiros meses do bebê agente sente muito medo do desconhecido.

Fui fiel às leituras e tentei aplicar algumas técnicas no dia a dia com a minha bebê. A princípio deram certo, mas depois, começaram a acontecer coisas que não me contaram no livro também! Mas que droga! Eu esperava me virar sozinha e que minhas teorias dessem certo acima de todo comentário do tipo: na teoria é fácil, mas na prática não funciona. Na verdade eu até me viro, mas aprendi que a teoria é importantíssima, porém, não substitui a prática e nem te dá garantias de que o resultado será o mesmo que as outras pessoas tiveram. Isso é ruim? Não! Significa que você irá aprender e inventar "outra teoria", não é o máximo?

Veja bem que para aprender e crescer na vida agente tem que sofrer. Partindo desse princípio que nós nascemos, crescemos e vivemos todos os dias.

E quando parti para a prática da teoria, comecei a perceber algo importante e que se faz presente na outras áreas da vida. O conhecimento + a prática geram outro conhecimento: o seu.

O conhecimento + a prática geram outro conhecimento: o seu.



O bebê 

Muitas pessoas e teorias defendem que o bebê precisa se adequar a sua vida e fazer as coisas sempre no ritmo a qual a família já estava acostumada. Acho que isso se adéqua um pouco mais a uma família que já tem criança em casa, pois os pais já tiveram a primeira mudança, daqueles que eram jovens e agora são responsáveis por outra pessoinha. Mas no nosso caso de pais de primeira viagem, tudo mudou, nosso mundo mudou e nós conhecemos a Maria Eduarda.

Hoje nossa bebê tem oito meses e já está aprendendo a fazer várias gracinhas e a ficar mais independente! Hoje eu tenho oito meses de mãe e algumas experiências/ conhecimentos aprendidos. Mas com quem aprendi? Com a doutora Duda! É isso mesmo, foi ela que me ensinou e como costumo dizer, me conquistou. Mudei muito meu pensamento a respeito das coisas, e isso se deve a vivência com a minha filha e a aquisição de novos conhecimentos adequados aos caminhos que o dia a dia estava tomando. Acabei descobrindo saberes para pautar minhas decisões, e isso traz mais segurança de saber o que se está fazendo.

Depois de tanto me frustrar e redirecionar meus pensamentos e posturas tenho percebido que é preciso sentir o bebê, observar suas reações, seus olhares, seu choro, conhecer seu bebezinho. Que já expressa reações quanto as coisas, se gosta do que você está fazendo ou não. É preciso encontrar a paz entre ser firme para aplicar suas decisões do que tem que ser feito e adequar sempre ao querer também do bebê.

Mas pra quem cresceu ouvindo que criança não tem querer é novidade pra mim toda essa vivência. É maravilhoso saber que vou ensinar minha filha, desde já que é preciso respeitar a vontade do outro e o querer, respeitando a vontade dela e adequando minhas decisões.

Também li em algum lugar  que quanto mais deixar o bebê chorar mais ele vai aprender a chorar pois acha que precisa chorar muito pra ter o que quer. Sinto que é verdade, ela é muito sensível e se deixo ela chorando muito fica sentida e acredito que a tendência é acabar se tornando chorona. Quase nunca deixo ela chorar, sempre atendo de pronto quando vejo que é um choro de necessidade, pois também acredito que não poderei pedir que algo seja feito a imediatamente se não a fiz entender desde cedo que precisamos ser atendidos prontamente (fui bem pro futuro agora né...).
Existe também aquela vertente que diz que deixar o bebê chorar de noite o fará entender que tem que dormir. Acredito que ele irá dormir, mas existem danos psicológicos permanentes, como ele entender que não será atendido e desistir de chamar, pode vir a ser uma pessoa estressada no futuro, etc..

Entendi que preciso ter empatia com o bebê e comigo, nos momentos de estresse.
Tive que aprender a olhar para o outro e pensar mais no futuro.
Tive de sentir o que está no coração e nos olhos do meu bebê.
Tive de voltar ao primitivo e viver o tal instinto materno,
que infelizmente ou felizmente não está nos livros
mas se sente, te faz livre para amar do seu modo e a ensinar com seu próprio e novo conhecimento.

Compartilhe com outras mamães, obrigada pela leitura!

terça-feira, 3 de novembro de 2015

O Bebê: a vida vai mudar?

As pessoas costumam nos dizer quando estamos esperando nosso bebê que a nossa vida vai mudar completamente! E isso causa meio que um pânico dentro de nós! Você acaba de digerir que tem um ser humano dentro de você sendo gerado e já sente muitas mudanças no corpo, quando se depara com a notícia de que tudo vai mudar, e punk.

Quando descobri que estava grávida foi maravilhoso confirmar a minha suspeita, só que quando parei para pensar na realidade, precisei de um tempo para entender o que aconteceria nas nossas vidas.
Mas a verdade é que muda sim, não tudo, mas muda o ritmo da vida, o sentido da vida, os propósitos e as prioridades. O tempo já não é igual. E o amor transborda de uma maneira que não dá pra explicar. Temos que abrir mão do controle e deixar o egoísmo de lado, mas isso acontece naturalmente.

Quem eu sou não mudou, só acrescentou e me fez crescer como pessoa. Na verdade, meu marido diz que o instinto materno fez intensificar minha força, tanto pras qualidades quanto para os defeitos né, ninguém é perfeito!

Você já não quer mais se vestir como antes, até porque o corpo muda. Agente tem crise de estilo também, pois quero passar outra mensagem com minhas roupas, não mais a mesma, muita coisa mudou em tão pouco tempo!

Graças a Deus tenho conseguido amamentar, então todas as blusas e vestidos tem que ser de abrir na frente para eu dar de mamar. E aquele vestido mara que você ta doida pra usar, só que é fechado na frente? Só que não! Vai esperar eu terminar de amamentar ou vou doar, não gosto de ficar com nada parado.

Mas a boa notícia é que o amor pelo bebê e tão grande que você consegue superar isso tudo com uma roupinha nova. A dica e já doar o que você não vai usar, o que estiver largo ou que não tem a ver com seu novo momento. Assim você não fica remoendo aquelas roupas que não pode usar! E ainda dá espaço pra roupas novas e presentes.

ANTES E DEPOIS                                                                    


Fiz um corte de cabelo bem prático pra não ter de esquentar a cabeça com penteados. Além de ficar bem bonito, um corte bem feito e que favoreça o seu rosto e estilo né.

Curta bastante a nova fase e seja compreensiva consigo mesma. Em fases de transição ficamos meio perdidas mesmo, mas logo passa e você pode curtir o novo momento da família ou só seu!

O Face do meu cabeleireiro em Duque de Caxias https://www.facebook.com/douglas.pose.7?ref=ts&fref=ts Douglas. É só dizer que eu indiquei e marcar para conversar com ele sobre o melhor corte para o seu tipo de rosto e estilo.